sábado, 11 de julho de 2009

Cigana.

Por favor, cigana.
Leia a minha mão.
Aponte-me meu destino,
Jogue as cartas sobre a mesa.

Ando sem tempo,
Meio afobado.
Me surgiu essa inspiração,
E essas coisas não se podem deixar de lado.

Cigana.
Que estendeu tua tenda,
Me forneceu abrigo.
Longe das tristezas,
Atrás de teu umbigo.

Ah, cigana...
Quando a este mundo chegou,
Os anjos anunciaram em suas trombetas
Que uma deusa reencarnou.

Girando, bailando.
Dançando e encantando.
Me entregue o segredo,
Do teu eterno sorriso.

Cigana de muitas viagens.
Na tua próxima partida,
Ao subir em tua carroça
Prometo que de longe, minha saudade será ouvida.

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