sábado, 18 de julho de 2009

Da valsa.

A vida eleita para valsar.
Dançar a poesia com os pés no ar.
A música de seda dos instrumentos,
O ritmo dançante dos elementos.

Entre passos e compassos,
Amassos devassos.
Os lábios que se desejavam,
As bocas que se beijavam.

E a noite que se tornou dia,
Por mais beijos se pedia.
E o dia que se tornou despedida,
Era o início de mais uma nova vida.
E a despedida, tornou-se apenas mais uma valsa a se valsar.

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